28.11.08

Weekend wish


26.11.08

Ainda a avaliação dos docentes

Na minha opinião, ninguém devia ser titular da pasta governativa da Educação sem ter dado provas de competência, profissional e relacional, durante pelo menos quinze anos, no ensino público. De preferência, com abrangência de vários níveis de ensino e com percurso por todos os cargos possíveis e inerentes sucessos e dificuldades. Cumprindo currículos prescritos e, para bom entendedor, currículos ocultos. Afinal, para se ser avaliador numa escola, é necessário ser-se Professor Titular (muitos anos de serviço, mais de quinze, e desempenho de cargos), mas para legislar a respeito, ao que vejo, nem sequer é necessário ter-se formação em ensino...

20.11.08

Entranhas solidárias

No dia em que ia ter uma aula assistida (avaliação), fiquei em casa. Doente. Fui apenas à escola dizer a quem me avaliaria (a minha coordenadora, que considero excelente, sem tretas) que não estava em condições e que me adiasse a coisa se faz favor. Adiada.
Estou mesmo doente, embora já aqui tenha dito que sou contra este modelo de avaliação que está a destruir a escola. Estou com uma tosse que, às vezes, quase me põe de joelhos e quase afónico. Debitar lições e mandar calar meninos está fora de questão.
O espírito crítico-revolucionário entranhou-se-me.

11.11.08

Take before breakfast. No need to add water.

Cabo Roig. España. Hablams Valenciá.
(Though mostly English, I should say...)

10.11.08

Avaliação dos docentes pós manifestação

Dou razão a Sócrates. Às vezes é um orgulho ser-se inflexível. Só que quando não se tem razão a coisa torna-se em pouco inteligente teimosia. Ah, e quando se tem razão é possível juntar tacto e humildade à inflexibilidade.
Embora parte interessada, tenho que ser inflexível em afirmar que, no que toca ao modelo de avaliação que está a ser implementado, o Sr. Primeiro Ministro não tem razão. Tem coragem, é determinado, tenaz, mas não tem razão. Bastava que convidasse alguns docentes para uma conversa pessoal sincera e que esses docentes transportassem com eles as suas opiniões com a mesma coragem com que empunharam bandeiras no sábado passado, e Sócrates, como pessoa ponderada que me parece, não poderia, perante a realidade, permanecer inflexível. É que às vezes dá-me a impressão de que ninguém consegue fazer passar a mensagem da grande injustiça que se está a praticar (o que me faz gostar cada vez menos de sindicatos e de sindicalistas cujo trabalho não é nas escolas). Dói-me cada vez mais a impotência de não se conseguir fazer perceber que ninguém (salvo excepções, admito) está contra uma avaliação, mas a desfavor de processos averiguadores pouco claros e nada uniformizados que provocarão resultados diferentes para práticas iguais, com consequências talvez irreversíveis em termos de carreira.
Perdoem-me a pessoalização, mas na avaliação a que fui sujeito no ano que passou, que considero boa, foi-me dito que aquilo (a nota) deveria ser superior, e à minha pergunta "Porquê que não é?", a resposta foi "São as quotas...". Pois, quotas. Parece-me que tudo o resto é claro. Quem é que quer ser avaliado quando para empenhos iguais existirão julgamentos diferentes?

6.11.08

Summer foggy day II


M de Magoito

5.11.08

Summer foggy day

Nicest 2008 Summer spot.