"...fronte larga, nariz aquilino, olhar penetrante, rectidão e bondade de espírito..."
Preferia gastar em livros o que gasto em combustível e neste o que gasto em livros. Seria duas vezes mais rico. Sobrepõem-se a necessidade e a obrigação ao gosto e ao prazer. Mas há coisas engraçadas. A necessidade de me abastecer de um petrolífero caro conduziu a que economicamente satisfizesse o apetite literário. Vinte cinco euros de gasóleo inevitáveis apresentaram-me a um divertidíssimo e improvável vinte e cinco vezes mais barato Mario Vargas Llosa: "A Tia Júlia e o Escrevedor". É verdade. Qualidade literária numas bombas de gasolina.
Nunca tinha lido Llosa, mas fiquei fã. O humor do senhor é do melhor. Com pena, acabei de o ler. Com ou sem pena, gostava de o ter escrito. Comecem.
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